domingo, 11 de outubro de 2015

Teologia

As raízes histór icas da teologia da libertação encon tram-se na tradição profética
de evangelistas e missionários desde os pr imeiros tem pos coloniais na América Latina -
clérigos que questionaram o tipo de pre sença adotada pela igreja e da
povos indígenas m aneira, negros, m estiços, e as massas pobres rurais e urbanas
foram tratados. Os no mes de Bart bacharel em teologia olomé de Las Casas, Antonio de Montesinos,
Antonio Vieira, Frei Ca neca e outros podem ficar por toda uma série de religioso
personalidades que mar caram a cada século da nossa curta história. Eles NÓS OS
fonte do tipo de compre ensão social e eclesial que está emergindo hoje.


Desenvolvimento Social e Político
Os governos populis tas da década de 1950 e 1960 - especialmente os de Perón em
Argentina, Varg as no Brasil, e Cárdenas no México - inspirado nacionalista
consciência e desenv  olvimento indu strial significativa na forma de importação
substituição. Isso beneficiou as curso de teologia  cla sses médi as e proletariado urbano, mas jogou
enormes setores do campesinato em prof unda marginalização rural ou urbana alastrando
favelas. Desenvolvimento proced eu ao longo das linhas de capitalismo dependente,
subsidiária à dos países ricos e exc luindo as grandes maiorias de nacional
populações. Este pro cesso lev ou à criação de movimentos populares fortes busca
mudanças profundas na estr utura sócio-econômica de seus países. Mestrado em teologia  Estes
movimentos, por sua vez prov ocou o surgimento de ditaduras militares, que visava
salvaguardar ou promover os inter esses do capital, associados a um alto nível de
"segurança nacional" consegu ido teologia através de repressão política e controle da polícia de todos
manifestações públicas.
Neste contexto, a revol ução sociali sta em Cuba destacou-se como uma alternativa de liderança
para a dissolução do pri ncipal cau sa do subdesenvolvimento: a dependência. Bolsões de
insurreição armada apar eceu em muitos países, o objetivo de derrubar a decisão
poderes e instalar re gimes socia listas de inspiração. Houve uma grande agitação para
mudar entre os setores popu lares da sociedade, uma verdadeira pré-revolucionária
atmosfera.

Desenvolvimento eclesial
Com eçando na década de 1960, um gra nde vento soprou através da renovação das igrejas. Elas
come çou a tomar a sério sua mi ssão social: leigos comprometeram-se a
História Concisa da Teologia da Libe rtação - Página 2
trabalho entre os pobres, bispos e pad res carismáticos incentivou os convites à apresentação de
progresso e modernização nac ional. Várias organizações da igreja promoveu
compreensão e melhoria das co ndições de vida do povo:
movimentos como o jovem Christian Estudantes, Juventude Operária Cristã, Jovem
Agricultores cristão, o Mov imento para a Educação Básica, grupos que estabelecem
programas de rádio educati vos, e as comunidades eclesiais primeira base.
O trabalho destes - geralm  ente de classe média - os cristãos foi sustentado
teologicamente pela teologia europeia das realidades terrenas, o humanismo integral
de Jacques Maritain, o per sonalismo social da Mounier, a progressiva
evolucionismo de Teilh ard de Chardin, as reflexões de Henri de Lubac no social,
dimensão do dogma, da te ologia dos leigos de Yves Congar, eo trabalho de M.-D.
Chenu. Em seguida, o Con cílio Vaticano II deu o melhor possível teórica
justificação para activida des desenvolvidas no âmbito dos sinais de uma teologia do progresso, da
secularização e autênt ica promoção humana.

O final da década de 1960, com a crise do populismo e do modelo desenvolvimentista,
trouxe o advento de um a corrente vigorosa de pensamento sociológico, que desmascarou
as verdadeiras causas do subdes envolvimento. Desenvolvimento e subdesenvolvimento são duas
faces da mesma moeda. Tod as as nações do mundo ocidental estavam engajados em um
vasto processo de desenvolvi mento; no entanto, foi interdependente e desigual,
organizado de tal forma que os benefícios para o fluído já desenvolvido
países do "centro" e as desv antagens foram condenados à historicamente
wontries atrasados ​​e subde senvolvidos da "periferia". A pobreza do Terceiro
Países do mundo era o pre ço a ser pago para o Primeiro Mundo para ser capaz de desfrutar da
frutos da superabun dância.

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